Posts Tagged Add new tag

Comidas típicas de Festa Junina

O ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas saborosas.

 

 

Clique no prato escolhido e aprenda a receita:

 

Arroz doce
Amendoim doce

Bolo de fubá

Cocada

Canjica  

Paçoca

Pé de moleque

Vinho quente

 

Mais receitas clique aqui  

Anúncios

Comments (74)

Quer ser um conceituado chef de cozinha?

O curso de Gastronomia do Senac Águas de São Pedro é considerado um dos melhores do Brasil.

 

Pioneiro na área e reconhecido pelo MEC, o curso tem o objetivo de propiciar ao egresso as condições para assumir funções operacionais e de coordenação nas diferentes fases de produção de serviço de alimentação.

 

Permitir a compreensão do mercado gastronômico em suas várias segmentações, além de habilitar para a operacionalização, articulação e coordenação dos serviços de alimentação, com flexibilidade para permitir a adaptação às mais diversas atuações profissionais, considerando os variados aspectos culturais, econômicos e sociais do contexto no qual está inserido.

Mais informações clique aqui.

Isabella Asperti

Deixe um comentário

Bio Alternativa – uma opção natural

São mais de 600 receitas preparadas com ingredientes orgânicos e criteriosamente selecionados. Em meio às diversas opções de guloseimas oferecidas em bares e restaurantes da cidade, é possível encontrar na capital paulista um endereço certo com comidas naturais.A cada dia o restaurante BioAlternativa serve 7 pratos quentes, 12 saladas especiais, 2 travessas de folhas verdes variadas e molhos especiais. As entradas chamam a atenção, graças aos diversos pães e antepastos oferecidos. Panquecas de legumes, berinjela recheada de proteína de soja e queijo, espaguete ao molho de shimeji, estrogonofe de soja, moqueca de tofu, são algumas das receitas. Tudo com temperos naturais, variados, exóticos e saborosos.

Quem pensa que em restaurante natural, a sobremesa não está no cardápio, engana-se. O restaurante oferece doces preparados com açúcar mascavo, como bolo de prestígio, bolo de chocolate com morango, pavê de ameixa, cacau e damasco. Há também a opção da gelatina, que é feita de Agar-agar (100% vegetal).

Para os que desejam levar a qualidade do cardápio do BioAlternativa para casa, o estabelecimento dispõe de uma loja de produtos naturais e orgânicos, que é um verdadeiro passeio.

Isabella Asperti

Deixe um comentário

Quem é que não gosta de pizza?

Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos, mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima. Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de seis mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão” que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza.

Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.

A Bráz Pizzaria, com sua arquitetura simples e charmosa, nasceu para resgatar o estilo tradicional das antigas pizzarias de São Paulo. O ambiente interno é decorado com azulejos e piso de ladrilhos clássicos. As paredes são repletas de prateleiras que abrigam o estoque da casa – réstias de cebola e alho, vidros de azeitonas, conservas e lingüiças calabresas.
 Isabella Asperti

Comments (1)

Comidas típicas do Oiapoque ao Xuí

Nordeste

O litoral dos estados nordestinos apresenta grande variedade de pratos com peixe, camarões, crustáceos e frutos do mar. As moquecas em geral são preparadas com leite de coco, ingrediente indispensável. O coco é marca registrada do tropicalismo da região.

A cozinha no interior dos estados nordestinos é bem variada, rica e requintada. A carne fresca e as verduras em geral são pouco usadas, mas o jerimum (abóbora), a macaxeira (mandioca), o cará, o maxixe, o jiló e o quiabo são bastante consumidos.

Come-se muito milho, farinha de mandioca, carne-seca, jabá (charque), carne-de-sol, carne de carneiro, cabrito e bode e a característica manteiga de garrafa (líquida).

Os pirões de farinha de mandioca sempre acompanham os pratos principais.

Miúdos de porco, de carneiro, buchadas, farofas, carne-seca e carne-de-sol, são preparadas de várias maneiras e são muito consumidos.

O trinômio que circula o interior do Nordeste é rapadura, carne-de-sol e farinha de mandioca.

 

Bahia

Culinária de origem africana (comidas salgadas) com alguma influência portuguesa (doces – de ovos, pamonhas, cocadas, canjicas e mingaus). Caracterizada pelo trinômio coco-dendê-pimenta, usando ainda outros temperos como gengibre, coentro, camarão seco.

 

Maranhão

Situado no Norte do país é famoso pelo seu arroz-de-cuxá, seus enormes camarões e pelo consumo de carneiros, cabritos e bodes.

 

Arroz-de-cuxá com caranguejo  

 

Sergipe

O surubim e a arraia são os peixes mais utilizados na comida típica.

 

Rio Grande do Norte

Cozinha regional a base de frutos do mar

 

Paraíba

A comida típica é uma mistura da indígena, africana e portuguesa.

 

Pernambuco

A cozinha pernambucana baseia-se nos frutos do mar, típicos da região.

 

Alagoas

Festival de comidas do mar, rios e lagoas, sendo em sua maiorias à base de coco.

 

Amazônia

É feito todo um ritual para a caça, a pesca, o preparo dos molhos, que devem ser consumidos imediatamente, o que dificulta a exportação e a divulgação dessa herança – picantes e aromas.

São consumidos também milho, mandioca, temperos de ervas naturais da mata, farinha d’água, seca, de tapioca, de aviú (camarão minúsculo), farinha de peixe (piracuí), guaraná em pó e sucos feitos com uma infinidade de frutas exóticas e silvestres.

 

Para ver todos os estados:

http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/default.asp?page=http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/dicas_do_padeirito/curiosidades_interna.asp?id=523

 

Receitas diversas:

http://tudogostoso.uol.com.br/

Isabella Asperti de Oliveira

Comments (5)

A história do docinho mais famoso do Brasil

Brigadeiro ou negrinho (como é chamado no Sul do Brasil) é o mais famoso e difundido doce de festa brasileiro, normalmente presente nas mesas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.

 

Conta-se que surgiu em meados da década de 40, quando, em 1945, o brigadeiro Eduardo Gomes candidatou-se à Presidência da República pela UDN – União Democrática Nacional, concorrendo com o, também militar, Eurico Gaspar Dutra.

 

O brigadeiro era um homem bonito, de físico avantajado, muito charmoso e solteiro. Com o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e é solteiro”, o candidato fazia grande sucesso entre as mulheres. E, um grupo delas, moradoras do requintado bairro do Pacaembu, na cidade de São Paulo, organizou diversas festas em prol da sua candidatura. Diz a História, que numa destas ocasiões, criaram um doce que misturava leite condensado, chocolate e manteiga, e o batizaram de “brigadeiro”, em sua homenagem.

 
Link: http://correiogourmand.com.br/receitas_doce_64.htm

 

Links para receitas de brigadeiro:

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/114-brigadeiro.html

http://anamariabraga.globo.com/receitas.asp?id1=779

Comments (2)

Comer pastel em pé?

Na sexta-feira, 18 de abril, saiu uma matéria no caderno Metrópole do jornal “O Estado de S. Paulo” sobre a irregularidade dos assentos em volta de barracas de pastel.

Por lei, as barracas podem ter até 4 m². Mas colocar bancos não é proibido. A irregularidade acontece quando os assentos ficam fora da área delimitada. E não há meio de legalizá-los, pois o espaço ocupado por eles não é previsto na lei.

Mas mexer com o pastel de feira do paulistano é assunto delicado. “Manda (o governo) tirar o banquinho da casa deles”, disse o aposentado Moisés Alvo, de 85 anos. “A gente tem idade. As pernas não agüentam. Se não puder mais sentar, não vou comer pastel”, completou ele, que freqüenta a feira livre da Rua Martim Francisco, em Higienópolis, na região central.

É na feira-livre da Praça Charles Miller, no Pacaembu, que a remoção dos bancos tem criado mais problemas. Os fiscais passam lá três vezes por semana, pelo menos. As apreensões começaram em fevereiro, após usuários reclamarem que os bancos atrapalhavam a passagem, segundo a Subprefeitura da Sé. “Quem estiver incomodado que desvie. Os bancos não atrapalham os carros nem os pedestres”, afirmou o aposentado José Moreira, de 61.
A graça de comer pastel na feira é sentado”, disse a administradora de empresas Andrea Caruzzo, de 39, que mora em Itatiba, no interior do Estado, e vem a São Paulo semanalmente, para levar o filho ao médico. “A gente pára na feira do Pacaembu para comer a iguaria”, conta.

Para o presidente da São Paulo Turismo (SPTuris), Caio Luiz de Carvalho, a iguaria faz sucesso entre turistas brasileiros e estrangeiros. “O curioso é que, quando o estrangeiro prova o pastel, ele se encanta. As pessoas têm de ser menos ranzinzas”, disse, se referindo às reclamações.

                                                       

Mas a verdade é que em pé ou sentado, é sempre bom degustar um pastelzinho de feira.

Para quem gosta de se aventurar na cozinha, achei um site que traz a receita do próprio.

Clique aqui para anotar

No blog “Miguel comenta o mundo” há um excelente post sobre o pastel de feira. Clique aqui e dê uma espiada.

 

 

 

Comments (3)

Older Posts »