A História do Macarrão

O Criado por um chinês, cultivado pelos italianos, o macarrão deu certo no Brasil também. A fórmula é simples e econômica e o repertório, variado. De tal forma que saborear uma boa massa virou programa (como atestam as inúmeras casas especializadas na sua venda e serviço). No mais, há sugestão para se experimentar o prazer de preparar (integralmente) o macarrão em casa: da massa ao recheio, sem esquecer do molho.

 

Consta-se que foi Marco Pólo quem trouxe o macarrão da China. Mas os italianos, provavelmente insatisfeitos com o fato de que o prato mais popular de sua cozinha tenha origem chinesa, acabaram descobrindo que no testamento do militar genovês, Punzio Bastone, lavrado pelo tabelião Ugolino Scarpa, em 2 de fevereiro de 1279, 13 anos antes da chegada de Marco Pólo, havia, de herança, uma caixa de “macarrones”, ou seja, massa seca. Os americanos, porém, vão mais além. Garantem que antes da fundação de Roma, o macarrão já era conhecido.

 

Mas tudo indica que, ao contrário do que se pensa, a origem do macarrão não é italiana, mas sim chinesa. O macarrão foi descoberto pelo explorador Marco Pólo, no século XIII, na China, em uma de suas famosas viagens. De volta á Itália, difundiu o tipo de alimento, que teve a aprovação dos italianos, tendo em seguida se espalhado por toda a Europa. Baseado na filosofia chinesa de comida natural, a massa utilizada na elaboração do macarrão é feita, desde aquela época, a partir de ovos frescos, farinha de trigo e água pura.

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Bélgica terá primeiro museu dedicado à batata frita

O primeiro museu dedicado exclusivamente à batata frita abre suas portas na cidade medieval de Bruges, a 96 quilômetros ao nordeste de Bruxelas.

 

Ele foi aberto na Bélgica porque o país reivindica a criação de um dos pratos mais populares do mundo, a batata frita.

 

A história da batatinha

As peças expostas contam a história da batata desde sua origem, no Peru, até a chegada à Europa pelas mãos dos conquistadores espanhóis e a popularização por todo o mundo, depois que soldados americanos e britânicos que lutavam na Primeira Guerra Mundial provaram a batata frita vendida nos portos belgas.

 

Eles seriam os responsáveis pelo nome como o prato ficou conhecido em inglês – french fries, fritas francesas, em alusão ao idioma falado pelos belgas (ao lado do flamengo, derivado do holandês).

 

Os visitantes poderão aprender detalhes sobre a colheita das batatas e o método de preparação que, segundo os organizadores do museu, garantem uma boa batata frita.

 

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u397565.shtml

 

Por: Juliana Monteiro

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Quem é que não gosta de pizza?

Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos, mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima. Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de seis mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão” que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza.

Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.

A Bráz Pizzaria, com sua arquitetura simples e charmosa, nasceu para resgatar o estilo tradicional das antigas pizzarias de São Paulo. O ambiente interno é decorado com azulejos e piso de ladrilhos clássicos. As paredes são repletas de prateleiras que abrigam o estoque da casa – réstias de cebola e alho, vidros de azeitonas, conservas e lingüiças calabresas.
 Isabella Asperti

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COLEGAS DE COZINHA

De link em link, encontrei alguns blogs colegas do Panelada na temática e até no nome.
Panelinha é o nome do blog hospedado no IG que traz receitas, vídeos, dicas de livros de gastronomia e diversas novidades para quem está ligado na cozinha.
Lá, encontramos também outras apaixonadas por culinária. Confira:

BLOG DA RITA
A diretora do site Panelinha conta saborosos causos

A dona da deli
A chef Andrea Kaufman revela o dia -a-dia de uma dona de restaurante

Vitaminado
O blog de nutrição de Marcia Daskal

 

 Por: Gisele Gimenes

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Quem não gosta de um Fondue nesse friozinho?

O tempo já começou a esfriar um pouquinho. E está chegando à hora de, entre outras diversões, atacar aquelas comidas típicas de inverno, quentinhas e geralmente calóricas. 

O fondue é a combinação perfeita com frio, uma comida com uma certa característica romântica-tem aquele negócio de provar um pouquinho do outro e é um delicioso pretesto para reunir os amigos.  

Aprenda a fazer fondue: http://culinaria.terra.com.br/dicas/preparando/0,,OI109694-EI150,00.html 

Curiosidade:

A receita surgiu na região dos Alpes Suíços, onde havia uma larga produção de queijos. Os queijos que sobravam ou acabavam ficando velhos eram derretidos e conservados com álcools. Assim surgiu o primeiro fondue. Depois o álcool do kirsch foi substituido por vinho branco e acabaram aparecendo outras versões do prato, como o fondue de carne e o de chocolate. Hoje, fondue tem quase tanta variação quanto pizza.

Conheças onde são vendidos os melhores Fondue do Brasil: 

Campos do Jordão: www.toriba.com.br 

Serra Gaúcha: http://www.belleduvalais.com.br/

Por: Juliana Monteiro

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Longa “Estomâgo” inspira blogueiros gourmets a criar receitas

Um toque de alecrim e pimenta-do-reino foi o segredo de Raimundo Nonato para dar sabor à comida insossa do presídio. Vivido pelo ator baiano João Miguel, 37, o personagem protagoniza o longa “Estômago”, que teve estréia paulista na sexta, dia 11. É se dedicando aos prazeres e ofícios da cozinha que Nonato vai vencendo as agruras da vida na cidade grande.
Com simplicidade e carisma, o cearense consegue emprego em um boteco para fazer faxina, coxinhas e pastéis (com pinga na massa); vira ajudante em um restaurante italiano e, assim, aprende a selecionar os melhores ingredientes no mercado. Conquista ainda o estômago de uma prostituta por quem se apaixona e também ganha confiança (e poder) entre seus companheiros de cela.

 

Para marcar sua estréia, a produção do longa, dirigido por Marcos Jorge e baseado em conto de Lusa Silvestre, criou um livro de receitas virtual com pratos elaborados por blogueiros de gastronomia.

Nomes conhecidos no mundinho gourmet virtual, como Tatiana Damberg, do blog “Mixirica”, Neide Rigo, do “Come-se” e Alessander Guerra, do “Cuecas na Cozinha”, foram convidados a assistir a uma sessão especial de “Estômago” e, então, desenvolveram pratos inspirados no longa.

A única exigência era o número de receitas, limitado a duas por chef. Alessander Guerra, por exemplo, usou ingredientes que enriqueceram os pratos de Nonato, como o nhoque de batata ao alecrim com molho de gorgonzola, damasco e nozes. Fabiana Zanelati, do blog “Rainhas do Lar”, entrou na brincadeira e criou uma receita exclusivamente para a Revista, também utilizando alguns dos produtos prediletos do protagonista. O resultado é o tomate recheado à Nonato, com gorgonzola e nozes.

O livro pode ser visto no site http://www.estomagofilme.com.br/, na seção “Multimídia”. E ali estão, além das 22 receitas dos 12 blogueiros, o passo a passo dos comes e bebes preparados no filme, como o xinxim de galinha que Nonato faz na cadeia.

Fonte: Site Folha de S. Paulo

 

Por: Gisele Gimenes

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Comidas típicas do Oiapoque ao Xuí

Nordeste

O litoral dos estados nordestinos apresenta grande variedade de pratos com peixe, camarões, crustáceos e frutos do mar. As moquecas em geral são preparadas com leite de coco, ingrediente indispensável. O coco é marca registrada do tropicalismo da região.

A cozinha no interior dos estados nordestinos é bem variada, rica e requintada. A carne fresca e as verduras em geral são pouco usadas, mas o jerimum (abóbora), a macaxeira (mandioca), o cará, o maxixe, o jiló e o quiabo são bastante consumidos.

Come-se muito milho, farinha de mandioca, carne-seca, jabá (charque), carne-de-sol, carne de carneiro, cabrito e bode e a característica manteiga de garrafa (líquida).

Os pirões de farinha de mandioca sempre acompanham os pratos principais.

Miúdos de porco, de carneiro, buchadas, farofas, carne-seca e carne-de-sol, são preparadas de várias maneiras e são muito consumidos.

O trinômio que circula o interior do Nordeste é rapadura, carne-de-sol e farinha de mandioca.

 

Bahia

Culinária de origem africana (comidas salgadas) com alguma influência portuguesa (doces – de ovos, pamonhas, cocadas, canjicas e mingaus). Caracterizada pelo trinômio coco-dendê-pimenta, usando ainda outros temperos como gengibre, coentro, camarão seco.

 

Maranhão

Situado no Norte do país é famoso pelo seu arroz-de-cuxá, seus enormes camarões e pelo consumo de carneiros, cabritos e bodes.

 

Arroz-de-cuxá com caranguejo  

 

Sergipe

O surubim e a arraia são os peixes mais utilizados na comida típica.

 

Rio Grande do Norte

Cozinha regional a base de frutos do mar

 

Paraíba

A comida típica é uma mistura da indígena, africana e portuguesa.

 

Pernambuco

A cozinha pernambucana baseia-se nos frutos do mar, típicos da região.

 

Alagoas

Festival de comidas do mar, rios e lagoas, sendo em sua maiorias à base de coco.

 

Amazônia

É feito todo um ritual para a caça, a pesca, o preparo dos molhos, que devem ser consumidos imediatamente, o que dificulta a exportação e a divulgação dessa herança – picantes e aromas.

São consumidos também milho, mandioca, temperos de ervas naturais da mata, farinha d’água, seca, de tapioca, de aviú (camarão minúsculo), farinha de peixe (piracuí), guaraná em pó e sucos feitos com uma infinidade de frutas exóticas e silvestres.

 

Para ver todos os estados:

http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/default.asp?page=http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/dicas_do_padeirito/curiosidades_interna.asp?id=523

 

Receitas diversas:

http://tudogostoso.uol.com.br/

Isabella Asperti de Oliveira

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