Archive for Receitas

Comidas típicas de Festa Junina

O ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas saborosas.

 

 

Clique no prato escolhido e aprenda a receita:

 

Arroz doce
Amendoim doce

Bolo de fubá

Cocada

Canjica  

Paçoca

Pé de moleque

Vinho quente

 

Mais receitas clique aqui  

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Aprenda a cozinhar com a Palmitinha!

Esta é mais uma das pérolas disponíveis no YouTube. A comediante, Graziella Moretto faz uma paródia do programa TV Culinária com Palmirinha Onofre, exibido na Rede Gazeta.

Por: Juliana Monteiro

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Por que sogras têm má fama?

Ninguém tem certeza de onde e como essa história de sogra ser um bicho ruim começou, mas sabe-se que elas já causavam polêmica mesmo séculos antes de Cristo. Segundo a mitologia grega, até mesmo Afrodite, a deusa do amor, já fez as vezes de sogra má. Enciumada com o amor do filho Éros pela belíssima mortal Psiqué, a deusa faz de tudo para manter os dois separados e, literalmente, mandar a nora para os infernos.

Na atualidade as sogras são obrigadas a conviver com más referências, expressões pejorativas e uma infinidade de piadas, como no nome do doce olho-de-sogra (cujo nome original era olho-de-cobra) e do brinquedo língua-de-sogra (que, além de ser “linguarudo”, provoca um som estridente).

 

Confira uma deliciosa receita de Olho de Sogra :

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/1671-olho-de-sogra-especial.html

 

 Por: Juliana Monteiro

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A história do docinho mais famoso do Brasil

Brigadeiro ou negrinho (como é chamado no Sul do Brasil) é o mais famoso e difundido doce de festa brasileiro, normalmente presente nas mesas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.

 

Conta-se que surgiu em meados da década de 40, quando, em 1945, o brigadeiro Eduardo Gomes candidatou-se à Presidência da República pela UDN – União Democrática Nacional, concorrendo com o, também militar, Eurico Gaspar Dutra.

 

O brigadeiro era um homem bonito, de físico avantajado, muito charmoso e solteiro. Com o slogan “Vote no Brigadeiro que é bonito e é solteiro”, o candidato fazia grande sucesso entre as mulheres. E, um grupo delas, moradoras do requintado bairro do Pacaembu, na cidade de São Paulo, organizou diversas festas em prol da sua candidatura. Diz a História, que numa destas ocasiões, criaram um doce que misturava leite condensado, chocolate e manteiga, e o batizaram de “brigadeiro”, em sua homenagem.

 
Link: http://correiogourmand.com.br/receitas_doce_64.htm

 

Links para receitas de brigadeiro:

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/114-brigadeiro.html

http://anamariabraga.globo.com/receitas.asp?id1=779

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Comer pastel em pé?

Na sexta-feira, 18 de abril, saiu uma matéria no caderno Metrópole do jornal “O Estado de S. Paulo” sobre a irregularidade dos assentos em volta de barracas de pastel.

Por lei, as barracas podem ter até 4 m². Mas colocar bancos não é proibido. A irregularidade acontece quando os assentos ficam fora da área delimitada. E não há meio de legalizá-los, pois o espaço ocupado por eles não é previsto na lei.

Mas mexer com o pastel de feira do paulistano é assunto delicado. “Manda (o governo) tirar o banquinho da casa deles”, disse o aposentado Moisés Alvo, de 85 anos. “A gente tem idade. As pernas não agüentam. Se não puder mais sentar, não vou comer pastel”, completou ele, que freqüenta a feira livre da Rua Martim Francisco, em Higienópolis, na região central.

É na feira-livre da Praça Charles Miller, no Pacaembu, que a remoção dos bancos tem criado mais problemas. Os fiscais passam lá três vezes por semana, pelo menos. As apreensões começaram em fevereiro, após usuários reclamarem que os bancos atrapalhavam a passagem, segundo a Subprefeitura da Sé. “Quem estiver incomodado que desvie. Os bancos não atrapalham os carros nem os pedestres”, afirmou o aposentado José Moreira, de 61.
A graça de comer pastel na feira é sentado”, disse a administradora de empresas Andrea Caruzzo, de 39, que mora em Itatiba, no interior do Estado, e vem a São Paulo semanalmente, para levar o filho ao médico. “A gente pára na feira do Pacaembu para comer a iguaria”, conta.

Para o presidente da São Paulo Turismo (SPTuris), Caio Luiz de Carvalho, a iguaria faz sucesso entre turistas brasileiros e estrangeiros. “O curioso é que, quando o estrangeiro prova o pastel, ele se encanta. As pessoas têm de ser menos ranzinzas”, disse, se referindo às reclamações.

                                                       

Mas a verdade é que em pé ou sentado, é sempre bom degustar um pastelzinho de feira.

Para quem gosta de se aventurar na cozinha, achei um site que traz a receita do próprio.

Clique aqui para anotar

No blog “Miguel comenta o mundo” há um excelente post sobre o pastel de feira. Clique aqui e dê uma espiada.

 

 

 

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Criança na cozinha

Culinária não é coisa só para gente grande.

Livro
E isso, a chef Carla Pernambuco, dona de restaurantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, pode garantir.
Sua filha caçula, Julia, já lançou um livro de receitas fáceis e gostosas para as crianças que vivem querendo encostar a “testa” no fogão.
Hoje, com 11 anos, Julia desde os cinco já tentava descobrir o que sua mãe misturava nas panelas e travessas.
O livro é inteiro ilustrado, ensinando passo-a-passo como fazer as receitas. Além disso, para garantir a segurança dos jovens conzinheiros, cada uma das receitas vem com um semáforo.
Se estiver sinalizando o verde, é só começar a fazer. Caso esteja na “luz vermelha”, a preparação requer a presença de um adulto.

Para os adultos:
Conheçam o restaurante de Carla, mãe da juju. Vale a pena.
Restaurante Carlota: Rua Sergipe, 753, Higienópolis, SP. Tel.: (11) 3661-8670

Para as crianças:
Peça para seus pais comprarem o livro da juju. Enquanto eles saem para jantar, você pode se divertir com as receitas. Mas atenção, só faça as receitas com a LUZ VERDE no semáforo enquanto eles estiverem fora. hehe

De: Gisele Gimenes

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Tão bom quanto um pózinho de miojo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sair de casa, morar fora e longe dos pais é sempre bom. Mas só até a hora que a fome aperta.

 

O número um das cozinhas de estudantes é o Nissin Miojo. Três minutos na água, pó em cima e pronto. Mata sua fome pelos próximos 20 minutos.

Um dia desses, conversando com uma amiga, recebi uma dica fantástica: macarrão na panela de pressão.

Não sabe cozinhar? Tudo bem.

Não ta a fim de perder tempo? Ótimo.

Cansado de comer porcaria? Melhor ainda.

É só jogar todos os ingredientes (repito: TODOS os ingredientes) na panela de pressão e ir ver TV, ou entrar no seu ORKUT, enfim, faça o que quiser e volte em 10 minutos. Depois é só comer.

 

Aqui vai a receita pra vocês e o link do site maravilhoso no qual eu a encontrei: Site Tudo Gostoso

 INGREDIENTES: §                    

§    500 g de macarrão parafuso                  

§ 1 lata de molho de tomate                     

§     1 lata de atum ralado                    

§     1 lata de creme de leite                 

§    2 cubos de caldo de galinha picados                   

§    2 colheres (sopa) de margarina                   

§   1 colher (sopa) rasa de sal                   

§  200 g de presunto fatiado e cortado em quadradinhos                   

§ 200 g de mussarela fatiada e cortada em quadradinhos.

 

MODO DE PREPARO:                

1.  Na panela de pressão coloque o macarrão, molho de tomate, atum, caldo de galinha, margarina e sal.
2.   Coloque água até cobrir e misture bem todos os ingredientes.
3.    Leve ao fogo alto e quando a panela pegar a pressão, conte 4 minutos.
Abra a panela e coloque o presunto, o creme de leite e por último a mussarela, misture bem e sirva em seguida.

 

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