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Comidas típicas de Festa Junina

O ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas saborosas.

 

 

Clique no prato escolhido e aprenda a receita:

 

Arroz doce
Amendoim doce

Bolo de fubá

Cocada

Canjica  

Paçoca

Pé de moleque

Vinho quente

 

Mais receitas clique aqui  

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Quer ser um conceituado chef de cozinha?

O curso de Gastronomia do Senac Águas de São Pedro é considerado um dos melhores do Brasil.

 

Pioneiro na área e reconhecido pelo MEC, o curso tem o objetivo de propiciar ao egresso as condições para assumir funções operacionais e de coordenação nas diferentes fases de produção de serviço de alimentação.

 

Permitir a compreensão do mercado gastronômico em suas várias segmentações, além de habilitar para a operacionalização, articulação e coordenação dos serviços de alimentação, com flexibilidade para permitir a adaptação às mais diversas atuações profissionais, considerando os variados aspectos culturais, econômicos e sociais do contexto no qual está inserido.

Mais informações clique aqui.

Isabella Asperti

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Estudo diz que música pode afetar sabor do vinho

Uma pesquisa realizada por psicólogos afirma que tomar vinho enquanto se escuta um determinado tipo de música pode afetar a forma como se percebe o sabor da bebida.

A pesquisa realizada por estudiosos da escocesa Heriot Watt University, em Edimburgo, demonstra que quando uma taça de cabernet foi tomada ao som de música pesada, o vinho foi percebido como “60% mais poderoso, rico e robusto” do que quando tomado no silêncio.

A pesquisa sugere que o vinho do tipo cabernet é “mais afetado” por músicas consideradas pesadas, enquanto o chardonnay teria a sua percepção de sabor modificada com “sons energéticos”. A pesquisa envolveu 250 estudantes na universidade, que receberam uma taça gratuita por sua cooperação.

Cantos de monges

Quatro música diferentes foram tocadas –“Carmina Burana”, de Carl Orff (“poderosa e pesada”), “Valsa das Flores”, de Tchaikovsky (“sutil e refinada”), “Just Can’t Get Enough”, do Nouvelle Vague (“energética e refrescante”) e “Slow Breakdown”, de Michael Brook (“melosa e leve”).

O vinho branco foi percebido como 40% “mais energético e refrescante” quando a música do Nouvelle Vague foi tocada, mas apenas 26% mais “meloso e leve” do que quando saboreado ao som de Michael Brook.

O vinho tinto chegou a sofrer variação de 60% na percepção de seu sabor quando acompanhado por Carmina Burana, a música “poderosa e pesada”.

O professor Adrian North, que liderou o estudo, acredita que a pesquisa poderia levar produtores de vinhos a imprimirem recomendações de músicas nos rótulos de seus vinhos.

A pesquisa foi feita por encomenda do chileno Aurélio Montes, produtor de vinhos. Seus vinhos são produzidos aos sons de cantos de monges. “Foi, portanto, um passo natural me ligar à Heriot Watt para determinar cientificamente o impacto da música no sabor do vinho”, disse Montes.

Por: Gisele Gimenes

Fonte: Folha de S. Paulo

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Por que sogras têm má fama?

Ninguém tem certeza de onde e como essa história de sogra ser um bicho ruim começou, mas sabe-se que elas já causavam polêmica mesmo séculos antes de Cristo. Segundo a mitologia grega, até mesmo Afrodite, a deusa do amor, já fez as vezes de sogra má. Enciumada com o amor do filho Éros pela belíssima mortal Psiqué, a deusa faz de tudo para manter os dois separados e, literalmente, mandar a nora para os infernos.

Na atualidade as sogras são obrigadas a conviver com más referências, expressões pejorativas e uma infinidade de piadas, como no nome do doce olho-de-sogra (cujo nome original era olho-de-cobra) e do brinquedo língua-de-sogra (que, além de ser “linguarudo”, provoca um som estridente).

 

Confira uma deliciosa receita de Olho de Sogra :

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/1671-olho-de-sogra-especial.html

 

 Por: Juliana Monteiro

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Bio Alternativa – uma opção natural

São mais de 600 receitas preparadas com ingredientes orgânicos e criteriosamente selecionados. Em meio às diversas opções de guloseimas oferecidas em bares e restaurantes da cidade, é possível encontrar na capital paulista um endereço certo com comidas naturais.A cada dia o restaurante BioAlternativa serve 7 pratos quentes, 12 saladas especiais, 2 travessas de folhas verdes variadas e molhos especiais. As entradas chamam a atenção, graças aos diversos pães e antepastos oferecidos. Panquecas de legumes, berinjela recheada de proteína de soja e queijo, espaguete ao molho de shimeji, estrogonofe de soja, moqueca de tofu, são algumas das receitas. Tudo com temperos naturais, variados, exóticos e saborosos.

Quem pensa que em restaurante natural, a sobremesa não está no cardápio, engana-se. O restaurante oferece doces preparados com açúcar mascavo, como bolo de prestígio, bolo de chocolate com morango, pavê de ameixa, cacau e damasco. Há também a opção da gelatina, que é feita de Agar-agar (100% vegetal).

Para os que desejam levar a qualidade do cardápio do BioAlternativa para casa, o estabelecimento dispõe de uma loja de produtos naturais e orgânicos, que é um verdadeiro passeio.

Isabella Asperti

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Bélgica terá primeiro museu dedicado à batata frita

O primeiro museu dedicado exclusivamente à batata frita abre suas portas na cidade medieval de Bruges, a 96 quilômetros ao nordeste de Bruxelas.

 

Ele foi aberto na Bélgica porque o país reivindica a criação de um dos pratos mais populares do mundo, a batata frita.

 

A história da batatinha

As peças expostas contam a história da batata desde sua origem, no Peru, até a chegada à Europa pelas mãos dos conquistadores espanhóis e a popularização por todo o mundo, depois que soldados americanos e britânicos que lutavam na Primeira Guerra Mundial provaram a batata frita vendida nos portos belgas.

 

Eles seriam os responsáveis pelo nome como o prato ficou conhecido em inglês – french fries, fritas francesas, em alusão ao idioma falado pelos belgas (ao lado do flamengo, derivado do holandês).

 

Os visitantes poderão aprender detalhes sobre a colheita das batatas e o método de preparação que, segundo os organizadores do museu, garantem uma boa batata frita.

 

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u397565.shtml

 

Por: Juliana Monteiro

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Quem é que não gosta de pizza?

Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos, mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima. Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de seis mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão” que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza.

Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.

A Bráz Pizzaria, com sua arquitetura simples e charmosa, nasceu para resgatar o estilo tradicional das antigas pizzarias de São Paulo. O ambiente interno é decorado com azulejos e piso de ladrilhos clássicos. As paredes são repletas de prateleiras que abrigam o estoque da casa – réstias de cebola e alho, vidros de azeitonas, conservas e lingüiças calabresas.
 Isabella Asperti

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