Archive for maio, 2008

Comidas típicas de Festa Junina

O ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas saborosas.

 

 

Clique no prato escolhido e aprenda a receita:

 

Arroz doce
Amendoim doce

Bolo de fubá

Cocada

Canjica  

Paçoca

Pé de moleque

Vinho quente

 

Mais receitas clique aqui  

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Aprenda a cozinhar com a Palmitinha!

Esta é mais uma das pérolas disponíveis no YouTube. A comediante, Graziella Moretto faz uma paródia do programa TV Culinária com Palmirinha Onofre, exibido na Rede Gazeta.

Por: Juliana Monteiro

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Quer ser um conceituado chef de cozinha?

O curso de Gastronomia do Senac Águas de São Pedro é considerado um dos melhores do Brasil.

 

Pioneiro na área e reconhecido pelo MEC, o curso tem o objetivo de propiciar ao egresso as condições para assumir funções operacionais e de coordenação nas diferentes fases de produção de serviço de alimentação.

 

Permitir a compreensão do mercado gastronômico em suas várias segmentações, além de habilitar para a operacionalização, articulação e coordenação dos serviços de alimentação, com flexibilidade para permitir a adaptação às mais diversas atuações profissionais, considerando os variados aspectos culturais, econômicos e sociais do contexto no qual está inserido.

Mais informações clique aqui.

Isabella Asperti

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Estudo diz que música pode afetar sabor do vinho

Uma pesquisa realizada por psicólogos afirma que tomar vinho enquanto se escuta um determinado tipo de música pode afetar a forma como se percebe o sabor da bebida.

A pesquisa realizada por estudiosos da escocesa Heriot Watt University, em Edimburgo, demonstra que quando uma taça de cabernet foi tomada ao som de música pesada, o vinho foi percebido como “60% mais poderoso, rico e robusto” do que quando tomado no silêncio.

A pesquisa sugere que o vinho do tipo cabernet é “mais afetado” por músicas consideradas pesadas, enquanto o chardonnay teria a sua percepção de sabor modificada com “sons energéticos”. A pesquisa envolveu 250 estudantes na universidade, que receberam uma taça gratuita por sua cooperação.

Cantos de monges

Quatro música diferentes foram tocadas –“Carmina Burana”, de Carl Orff (“poderosa e pesada”), “Valsa das Flores”, de Tchaikovsky (“sutil e refinada”), “Just Can’t Get Enough”, do Nouvelle Vague (“energética e refrescante”) e “Slow Breakdown”, de Michael Brook (“melosa e leve”).

O vinho branco foi percebido como 40% “mais energético e refrescante” quando a música do Nouvelle Vague foi tocada, mas apenas 26% mais “meloso e leve” do que quando saboreado ao som de Michael Brook.

O vinho tinto chegou a sofrer variação de 60% na percepção de seu sabor quando acompanhado por Carmina Burana, a música “poderosa e pesada”.

O professor Adrian North, que liderou o estudo, acredita que a pesquisa poderia levar produtores de vinhos a imprimirem recomendações de músicas nos rótulos de seus vinhos.

A pesquisa foi feita por encomenda do chileno Aurélio Montes, produtor de vinhos. Seus vinhos são produzidos aos sons de cantos de monges. “Foi, portanto, um passo natural me ligar à Heriot Watt para determinar cientificamente o impacto da música no sabor do vinho”, disse Montes.

Por: Gisele Gimenes

Fonte: Folha de S. Paulo

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Por que sogras têm má fama?

Ninguém tem certeza de onde e como essa história de sogra ser um bicho ruim começou, mas sabe-se que elas já causavam polêmica mesmo séculos antes de Cristo. Segundo a mitologia grega, até mesmo Afrodite, a deusa do amor, já fez as vezes de sogra má. Enciumada com o amor do filho Éros pela belíssima mortal Psiqué, a deusa faz de tudo para manter os dois separados e, literalmente, mandar a nora para os infernos.

Na atualidade as sogras são obrigadas a conviver com más referências, expressões pejorativas e uma infinidade de piadas, como no nome do doce olho-de-sogra (cujo nome original era olho-de-cobra) e do brinquedo língua-de-sogra (que, além de ser “linguarudo”, provoca um som estridente).

 

Confira uma deliciosa receita de Olho de Sogra :

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/1671-olho-de-sogra-especial.html

 

 Por: Juliana Monteiro

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Bio Alternativa – uma opção natural

São mais de 600 receitas preparadas com ingredientes orgânicos e criteriosamente selecionados. Em meio às diversas opções de guloseimas oferecidas em bares e restaurantes da cidade, é possível encontrar na capital paulista um endereço certo com comidas naturais.A cada dia o restaurante BioAlternativa serve 7 pratos quentes, 12 saladas especiais, 2 travessas de folhas verdes variadas e molhos especiais. As entradas chamam a atenção, graças aos diversos pães e antepastos oferecidos. Panquecas de legumes, berinjela recheada de proteína de soja e queijo, espaguete ao molho de shimeji, estrogonofe de soja, moqueca de tofu, são algumas das receitas. Tudo com temperos naturais, variados, exóticos e saborosos.

Quem pensa que em restaurante natural, a sobremesa não está no cardápio, engana-se. O restaurante oferece doces preparados com açúcar mascavo, como bolo de prestígio, bolo de chocolate com morango, pavê de ameixa, cacau e damasco. Há também a opção da gelatina, que é feita de Agar-agar (100% vegetal).

Para os que desejam levar a qualidade do cardápio do BioAlternativa para casa, o estabelecimento dispõe de uma loja de produtos naturais e orgânicos, que é um verdadeiro passeio.

Isabella Asperti

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A História do Macarrão

O Criado por um chinês, cultivado pelos italianos, o macarrão deu certo no Brasil também. A fórmula é simples e econômica e o repertório, variado. De tal forma que saborear uma boa massa virou programa (como atestam as inúmeras casas especializadas na sua venda e serviço). No mais, há sugestão para se experimentar o prazer de preparar (integralmente) o macarrão em casa: da massa ao recheio, sem esquecer do molho.

 

Consta-se que foi Marco Pólo quem trouxe o macarrão da China. Mas os italianos, provavelmente insatisfeitos com o fato de que o prato mais popular de sua cozinha tenha origem chinesa, acabaram descobrindo que no testamento do militar genovês, Punzio Bastone, lavrado pelo tabelião Ugolino Scarpa, em 2 de fevereiro de 1279, 13 anos antes da chegada de Marco Pólo, havia, de herança, uma caixa de “macarrones”, ou seja, massa seca. Os americanos, porém, vão mais além. Garantem que antes da fundação de Roma, o macarrão já era conhecido.

 

Mas tudo indica que, ao contrário do que se pensa, a origem do macarrão não é italiana, mas sim chinesa. O macarrão foi descoberto pelo explorador Marco Pólo, no século XIII, na China, em uma de suas famosas viagens. De volta á Itália, difundiu o tipo de alimento, que teve a aprovação dos italianos, tendo em seguida se espalhado por toda a Europa. Baseado na filosofia chinesa de comida natural, a massa utilizada na elaboração do macarrão é feita, desde aquela época, a partir de ovos frescos, farinha de trigo e água pura.

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